“Foram três dias de árduo trabalho mas extremamente enriquecedores e produtivos” disse Pedro Rupio ao LusoJornal. “Tenho a convicção que o novo Presidente desempenherá muito bem as suas funções, confio nas suas competências e já lhe transmiti a minha vontade de o apoiar e colaborar em tudo o que for necessário”.
Pedro Rupio integra a Comissão do Associativismo e Comunicação Social e foi eleito vice-Presidente desta Comissão. “Estes temas são de primeira importância para as Comunidades e a Comissão já planeou uma base de trabalho para os próximos meses. Julgo que conseguiremos sensibilizar o Governo se emitirmos propostas claras e realistas. É nesse sentido que iremos trabalhar” disse ao LusoJornal.
A Bélgica tinha apenas um Conselheiro, mas o Conselho das Comunidades Madeirenses acabou por escolher José António Gonçalves.“Tive a possibilidade de conhecer melhor o Conselheiro José António Gonçalves que faz parte da Comissão dos Assuntos Económicos e fiquei satisfeito por ter recebido ecos positivos dos meus colegas que me manifestaram um grande contentamento em relação à produtividade do Sr. Gonçalves nas reuniões que ocorreram” diz Pedro Rupio. “Julgo que poderia ser interessante juntar forças para desenvolver projectos em conjunto na Bélgica, vamos proximamente abordar essa possiblidade”.
No mês passado, Pedro Rupio enviou uma carta às associações para convidá-las a reflectir sobre uma hipotética criação de Federação de Associações Portuguesas na Bélgica. Segundo o Conselheiro, o passo a seguir será a marcação de uma primeira reunião geral para debater a questão.
“2009 será ano de eleições paras as comunidades portuguesas que poderão votar para as europeias e as legislativas. Vou pôr em prática vários instrumentos de modo a promover a participação cívica na Bélgica e julgo que a organização duma conferência poderia ser um bom ponto de partida. Espero que a comunidade portuguesa da Bélgica continue a ser um exemplo em comparação com as outras comunidades, pois temos sempre das melhores taxas de participação do mundo. Porém, a média de 600/700 votantes é ainda muito reduzida e teremos que trabalhar estrategicamente este ponto para regozijar-nos dum balanço amplamente satisfatório no final do próximo ano”.